Andrew:
- Eu gosto da sua voz.
Começo a abrir a sua calça e vejo que a mesma cai no chão. Tem empurro sem muita gentileza para cima da cama. Coloco cada uma de minhas pernas em um lado do seu quadril e seguro o meu peso apoiando o antebraço ao lado da sua cabeça.
Com a outra mão, começo a massagear o seu m*mbro por cima da boxer e mantenho meus olhos focados nos seus.
Andrew:
Pigarreei ao perceber que me encarava diretamente.
- Tudo bem.
Vou até a cozinha e pego um copo de água junto com uma xícara de café. Volto até a sala e lhe entrego a sua água.
- Então, quanto que vai ser?
Andrew:
Separo o beijo aos poucos.
- Não é porque você é submisso que você não pode expressar opinião. Eu quero que você me conte o que faz você se sentir bem.
Falo perto do seu ouvido e pressiono o seu m*mbro com um pouco mais de pressão.
Andrew:
- Essa foi dolorida.
Faço uma pequena careta.
- Não, só essa por enquanto. Quer um café?
Me levanto da cadeira e coloco a camisa.
Andrew:
Fecho a porta da casa e me sento em uma das cadeiras dispostas na sala.
- Eu estou pensando em fazer uma águia na altura do peito.
(Foto de como ficará a suposta tatto)
Andrew:
Passo uma das minhas mãos pelo seu peito até o baixo ventre. Passo com ela por cima do jeans que você usava e começo a massagear o seu membro por cima da calça. Com a outra mão, puxo o seu rosto recomeçando o beijo.
Andrew:
Rio com o seu comentário.
- Corrupção ou não, não acho que alguém consiga resolver isso e quebrar esse sistema. Então eu acho que o melhor a fazer é tentar não fazer muita merd* e se fizer, tente tomar as consequências.
Andrew:
Dou a primeira tragada depois que terminou de falar. Solto a fumaça para cima, com a cabeça pendendo para trás.
- Essa “passada de mão” na cabeça de vocês me tira do sério.
Volto a te olhar.
- Eu não costumo vir nessas festas, mas um grupo de amigos queria vir, acho que pela bebida de graça ou para conhecer algumas calouras.
Dei de ombros
- Não sei realmente, não estava prestando atenção quando eles estavam falando. Temos aqui um atleta calouro que não gosta de festas... Essa é novidade. Espero que isso seja uma esperança para essa nova geração
Andrew:
Sorrio de canto ouvindo o seu g*mid*.
- Eu quero ouvir muito desse som esta noite.
Falo perto do seu ouvido. Tiro minha camisa e jogo em qualquer lugar do quarto. Eu tinha praticamente os dois braços todos tatuados e tinha um físico bom, costumava correr e fazer exercícios regularmente.
Pego uma de suas mãos e a coloco no meu peito, para que você tocasse o meu corpo e lhe puxei para mais perto de mim. Com a outra mão, segurei o seu rosto com um pouco de força, fazendo-o olhar para mim.
- Eu quero que você me fale para mim o que você quer que eu faça com você e aí eu vou pensar no seu caso.
Falo baixo e provocativo, sem tirar meus olhos dos seus.
{ Eu tenho feito algumas histórias com temas básicos como “faculdade” ou algo do gênero para que a história possa seguir naturalmente sem algo premeditado. Eu tenho uma desse tipo que eu estou fazendo. Vou te mandar o link, se você quiser ler, pode ser que te de alguma ideia}