Em plena madrugada o moreno se encontrava ali, completamente jogado na cama, ela estava completamente desajeitado, meio que "estabanado" até, as cobertas estavam caídas ao chão e uma delas, á parte estava a envolver uma das pernas do espadachim. O lençol não se via mais, aliás, se mexia muito nas noites dificultando o trabalho do lençol, ele não ligava para tal coisa, o mesmo só queria ficar deitado, assim apenas pensando um pouco como foi seu dia "monótono" como qualquer outro, sem nada de novidade e muito menos de surpreendente, algo irrelevante e ao mesmo tempo tão comum.
Mesmo que várias pessoas em tal horário estejam dormindo, o mesmo estava ali, acordado sem se quer nenhum pensamento, já que o mesmo estava de bruços, sua mão canhota era estendida até que o rei via uma cicatriz próximo ao pulso, aquela era apenas uma das milhares que o rapaz tinha, como o mesmo diz, fez. Ele tinha de tudo para ser uma bom menino, meigo, amável, maleável, dócil e gentil. Mas como bem diziam, do que adianta ser isso com as pessoas sendo que elas não retribuem o mesmo para si. Irrelevante para o mesmo, aos poucos o mesmo se lembrava dos politicos, aquelas lembranças no quais ela menos queria se lembrar, humilhante de tal forma mesmo que ele não conseguisse se defender.
Seus olhos eram fechados lentamente, assim fazendo enfim, o moreno dormia. Depois de algumas horas o sol por fim tomava conta da janela do local, aliás, ele não vivia em um dos melhores apartamentos do local, era simples e comum, nada muito luxuoso como as terras que o jovem tem na Inglaterra que bem. Estavam aos cuidados dos empregados que lá viviam, afinal, o menino não gostava de forma alguma, tocar nos assuntos financeiros, ele apenas queria ter algo comum como a de qualquer outra pessoa.
A luz solar batia levemente nos olhos do garoto que estavam fechados, a imagem deles não durava-se por muito tempo até que por fim ele os abria lentamente, sua visão estava meio embaçada, até que aos poucos sua cabeça começava a latejar. Imediatamente. Fechava os olhos com força levando a mão destra até a cabeça a coçando tentando aliviar a dor que não resolvia, em breve suspiro tomou conta dos pulmões do maior os soltando lentamente. Era manhã já, Oliver colocava a força no tronco para se sentar voltando a abrir os olhos, eles estavam meio azulados, um azul bem claro dando bastante nitidez. Oli colocava os pés para fora da cama até que se levantava, esticando-se todo o mais alto então soltava o cabelo que estava preso, como sempre, ele estava maior que o normal.
[...]
Já havia enfim terminado o banho e arrumado as coisas de seu suposto quarto, o moreno usava vestes meio que escuras e algumas partes claras, ele olhava para o espelho e esticava os braços falando baixo.
— Péssima noite.... —
Saia calmamente do banheiro por agora indo até a cozinha. Lá abriu a geladeira assim retirando uma linda maçã vermelha de lá. Após pega-la fechou a porta da geladeira. Oliver então saia de sua casa sem rumo algum.
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