Ask @Supersentai:

Você sabe lidar com a complexidade do outro?

Jazmín Urtiz
A tendência que ocorre amiúde em minha vida, tem sido a de me afastar daqueles que se tornam um fardo insuportável perante a fraqueza de meus sentimentos, já que até onde me conheço, tenho sido aquele peixe introvertido cujos olhos encaram o mundo com estranheza, horas com emoção, porém, algumas vezes com frieza, dentro das intimidades de seu aquário. A maior dificuldade que tenho em lidar com a complexidade de terceiros, talvez seja porque eu já possa ser um complexo, embora não venha ao caso falar sobre isso. Mas quanto aqueles que se tornam um fardo para minha vida - a quem estou a me referir se não aos que um dia abusaram de minha inocência? E devido à experiência amarga que não me poupou de hematomas no presente, busco no instante, fazer quantas ponderações forem possíveis, a fim de me afastar daqueles que anseiam viver na minha sombra, dos que sobrevivem como sugadores de energia, pois não conseguiria compreender a psicologia de tais parasitas, quanto mais ter que carragá-los, ao conviver com estes no mesmo quadrado. Sinto muito, todavia, não carrego mais esse fardo.

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“Não se esqueça, você ama o que emana.” — Você está amando o que tem emanado?

Jazmín Urtiz
Dentro dessa caixinha de surpresa habita um paradoxo, no qual vislumbro e contemplo em momentos de alegria ou de tristeza, dizeres que ecoam aos quatro cantos,
e que por fim me afligem amargo planto. Sobre a consciência me recai aquela culpa, pois até os tempos do agora, estou a travar feroz luta para compreender-me diante dos reflexos de meu espelho, os quais por cobrança e insistência, continuam a apontar o dedo para expôr meu tormento. É mais do que evidente o não estar amando em minhas palavras, uma verdadeira tragédia que me persegue desde muitos anos, contudo, há momentos em que rio dessa desgraça, embriagando-me com as fantasias de minha mente impura, na companhia de eu mesmo, enquanto escrevo os relatos para entregar ao psicólogo - e faço questão de fazer isso. Mas embora eu seja uma quimera solitária, ainda me encontro com a felicidade durante as horas de escrever um verso, e nisso aproveito o que há de melhor em minha essência, refletir sobre diversos aspectos da vida, ou entregar-me às fantasias. O que mais tenho a dizer?
Sou e serei, mesmo que eu seja uma comédia aos olhos de quem se alegra com minha desgraça, serei o que tenho sido até que a lápide seja colocada com o "aqui jaz" em minha tumba, o paradoxo em busca de respostas, o insociável eremita urbano. Prazer, misantropia em pessoa.

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"Tenho solidões que me completam mais que outras vidas". Qual a dimensão do espaço que tuas solidões ocupam em ti?

Merida
Minhas solidões são abissais, um lugar sombrio, mas que responde aos ecos de silêncio provindos de meu instinto. Quando mergulho nas profundezas desse oceano, até onde posso, seja por sonho, seja por hipnose, "beyond the deep blue sea", contemplo esdrúxulas criaturas, provenientes de meu delírio, criados por um martírio, que vivem aqui seladas no mais obscuro de minha alma, cada uma em seu ambiente,
cercadas de paranóia. A solidão é tamanha, que por vezes tenho de me expressar dessa forma.

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"A energia das pessoas é a primeira verdade que conhecemos de cada um. É o que nos diz, logo de alma, se aquela pessoa nos parece familiar ou se, lá no fundo, sabemos que vai passar." — Você acredita na energia que emana das pessoas? Acredita em sua intuição? Por quê?

a n g i e, ♥
Acredito na reação causadora de bem ou de mal estar, tipo aquele efeito com que as palavras, quando ditas por outra pessoa a nosso respeito, causadoras daquela reação interna que por fim se expande para o externo, nos faz sentir como patinho feio, a ponto de expandirmos isso para o ambiente que nos rodeia, dando a impressão de que realmente somos esse patinho. Reação causada por palavras que ao serem lançadas como erva daninha, da parte daqueles que cultivam a maldade em seu interno, nos prejudica e nos abala de alguma maneira. Se este for o caso, simplesmente me afasto dessa pessoa, a fim de que as ações de suas palavras ou idéias não me apodreça como veneno. Quanto a intuição, tenho minhas dúvidas para este caso, pois tenho por excelência, convivência e observância como formas de defesa, a fim de obter a certeza cabal se devo ou não me afastar de alguém que se torna persona non grata aos meus olhos. Posso assim dizer que sou um indivíduo que desconfia da própria sombra, e o que não dizer de terceiros. Lógico que não me deixo levar ao cúmulo dessa desconfiança, apenas mantenho uma parcela desta para manter-me estabilizado no meio em que vivo, dentro da selva de pedra que me cerca, na qual posso me deparar com toda sorte de criatura personificada na forma humana.

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Pelo que a sua alma está sedenta? (interpretação livre) crédito: @adrenalinegir

Vega
Tenho sede por aventurar-me com a damas que me colocam na coleira e me fustigam com seus chicotes. É que de acordo com minha cultura, os gatos cuidam de casa enquanto elas saem para fazer a festa. Pode ser anormal aos olhos de outras culturas, mas que se encaixa perfeito na sociedade de felinos em que habito.

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Quais são os seus ideais?

Jazmín Urtiz
É uma pergunta para a qual ainda estou procurando resposta, uma estranha equação da qual ainda estou a buscar uma solução pelo resto da vida - posso dizer que meus ideais sejam estes, mas logo amanhã que não mais sejam aqueles, pois dentro de mim habita uma criatura que absorve e se modela conforme novas idéias. Pudera, sou aquele elemento maleável que muda de forma conforme as experiências que entram pelos sentidos, seja ao contemplar uma outra visão de mundo, por leitura e conversação com terceiros, ou simplesmente interpretar de maneira diferente tudo aquilo que me rodeia, até porque outrora, pensava que tudo girava nas órbitas da minha crença, velhos tempos, marcados por experiência em minha lembrança.

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Seria possível conciliar fé e razão?

Jazmín Urtiz
É possível conciliar o racional com qualquer forma emotiva ou sensação de certeza dentro de nossas mentes, quando se faz uso da ponte que nos interconecta entre ambas as palavras, a fim de não cairmos e afundarmos nos exageros de uma idéia. Tenho dado por excelência o nome de equilíbrio a essa ponte, pois este é o melhor caminho para a conexão entre as razões, crenças e emoções, as quais são absorvidas pelos sentidos, e que saltam para fora de nós na forma de idéias.

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[🌱] Dedique uma mensagem positiva para um @:

a n g i e, ♥
Bem que gostaria, afinal, são tantos que conheci, pelos quais o carinho que sinto é deveras inestimável. Todavia, como aqui dentro jaz aquele homem vergonhoso, cujo rosto se incandesce feito as brasas de um cinzeiro, quando exposto em sua realidade, a situações em que se tenha de fazer justa homenagem, - até porque cá por essas bandas, vos conheci, e embora sejam poucos, confesso, valem mais do que pepitas de ouro. Perdoem minha forma de expressão, caso venham condoer-se ao vos comparar com metal precioso, mas é que diante da falta de vocábulos, como também do sono que me norteia, encontrei para este presente, somente essa forma de expressão simbólica. Doravante, aqui vai algumas mensagens para todos que por excelência, ainda que eu não interaja com frequência, até porque gosto de estar no modo silencioso, a contemplar esse mundo mundo que me incendeia, mas por fim, suas passagens reforçadas estão em minha memória, gravadas feito entalhes de um quadro nas intimidades de minha lembrança. E por terem contribuído com a transformação de meu eu, mediante a alquimia de meus pensamentos, seja através de vossas respostas, das quais medito e pondero horas a fio, ou por causa de vossas perguntas, pela mesma razão que vos disse acima, deixo a seguinte mensagem: tenha força e confiança, muita fé, amor e sinceridade. Posso até não concordar com tudo que vós me respondeis, mas com sincera proza vos desejo doces momentos de felicidade interna, e que a trajetória de vossas vidas possa ser de maior ascendência do que decadência, mais de altos do que baixos por assim dizer. Ainda que eu esteja a reconstituir-me a cada instante, aqui estou para vos desejar boa sorte. Dedico a mensagem para Angie, Jasmin, Terrível, Vega, Dona Menina, dentre outros que já não mais se encontram nessa rede. Em fim, eu vos agradeço por aguçar-me com vossos pensares. Agora irei procurar um livro que me foi recomendado por um professor de história, o qual também presto homenagem, contudo, sem dizer o nome, boa noite.

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Para hoje, o que de menos?

DonaMenina
Agradeço minha cara amiga Terrível.
tangerine: nome do seu crush?
Meu crush se chama SADNS, que ao soletrar significa Serpente Angel, Alex Reymundo, Depois do café eu me expresso, Nina e Suzete dos poemas, não porque eu tenha uma queda por essas pessoas, mas porque acompanho suas escritas, as quais eu aprecio. Lamento apenas que a penúltima tenha se afastado desse site, mas, tudo bem.
apricot: sabor favorito de sorvete?
Meu number one é o de açaí, embora às vezes, este venha a travar uma batalha pelo sabor primário contra os de chocolate e baunilha entre meus dentes.
aqua: o que você deveria estar fazendo?
Queria mesmo é matar meu sono na cama, mas aqui estou feito zumbi, acordado de madrugada.
auburn: mês favorito?
Aprecio muito o céu noturno, naquelas noites do mês do escorpião.
blond: roupas mais formais ou esporte?
Tenho preferência por casual, mas confesso que me sinto com algo a mais, que ascende meu ego, quando me visto com aquelas que são mais formais, somente para visitar uma igreja em dia de casamento.
violet: cores pastéis ou fortes?
Forte, com aquele toque de mistério, arcano da noite :)
sapphire: quantos irmãos você tem?
Tenho dois, sendo uma mulher e o outro homem.
lavender: você é uma pessoa ciumenta?
Para os dias de hoje nem tanto, porque antigamente eu tinha ciúmes extremos.
coton candy: qual o melhor doce?
Bala de goma, gosto muito, mas só de imaginar uma barra de chocolate, já sinto o sabor a tocar na língua. De ontém para hoje já mudei de preferência diversas vezes.
cream: blog/canal favorito?
Tem uns canais de orquestra que aprecio muito, em especial, quando trazem à memória uma bela sinfonia de jogos de infância, cito Final Fantasy, ou de animes como Dragon Quest.
indigo: seu primeiro animal de estimação?
Já tive gato, cachorro, tartaruga, galinha, mas o primeiro foi uma cachorra, que se chamava Tiquinha.
lemon: quão frequente você ouve música?
Com bastante frequência, assim, calculo que seja umas três horas por dia.
baby pink: se uma cor te resumisse, qual seria?
Preto, aqui fala meu subjetivo: evoca mistério, arcano da noite. E por falar nisso, aqui vou eu a me jogar na coberta.

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Você já passou por alguma experiência de grande risco? Gostaria de falar sobre isso?

DonaMenina
Desde quando fui um ilustre feto, ainda no útero de minha mãe, por fortes traumas tenho passado. No tocante as dores que sinto por culpa de feridas de uma experiência que me marcou, assim posso dizer quê... se não estivesse naquele berço, não teria sentido as dores daquele momento, das quais não me lembro nesse instante. E talvez eu tivesse mais juízo, caso não houvesse aquela cicatriz sob os cabelos, mas diante daquele infortúnio, tenho apenas a lamentar pelas dores internas que tenho, colhidas por herança de um acidente; sudorese, ansiedade, infantilidade, inúmeros sintomas de várias cartas do meu baralho, presentes de um trauma... o saldo que recebo e que estou a colher no agora. Mas quanto a mim, o dramático arcano que sorri de sua forca, daquilo que o sufoca, já não me importa se foi descaso ou se foi descuido - de que adiantaria debulhar os plantos de uma tragédia? Eis aqui o mentiroso, pois sou daquele tipo, que sempre cutuca para sentir as dores do osso, ainda que a fratura tenha trincado o crânio daquele menino, eu os perdôo por não estarem no quarto, quando aquela criança que nos tempos hodiernos sou eu, agora que vos fala, capotou de seu berço para deixar as marcas da tragédia naquele concreto, com os trincos de um crânio a respingar seu sangue, aos olhos de uma lembrança esquecida, logo naquele assoalho frio que se pintou de vermelho.

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Já pagou mico perto de alguém que gostava?

Vega
Lembro de haver encontrado um primo que gostava, que descia junto com seu melhor amigo pela rua do centro, e naquele tempo os dois caminhavam de um jeito que ao meu olhar era muito engraçado, até porque eles eram pessoas que haviam saido do armário logo na juventude, com aquele jeito cômico, a se expressarem de maneira escandalosa. Nesse dia, creio que não apenas eu, bem como o amigo do meu primo, tenhamos dividido o mico perante os pedestres que passavam na calçada, pois com seu jeito tagarela de timbre afeminado, o sujeito se comportou feito um menino, não poupando elogios ao alisar meus cabelos, e tudo isso enquanto dizia - nossa, que gracinha, muito bonito, ele é um gato. Meu primo que se chama Ricardo, de cabelos encaracolados, havia expressado seu nervosismo ao mudar as cores do rosto de branco ao vermelho, como se fosse uma espécie de lagarto, replicando palavras que corriam pellos ouvidos até na esquina - olha o respeito com meu primo, coisa feia! E assim dava uns tapas no ombro do outro. Posso dizer-te que não sabia onde enfiar a cara, pois meu rosto também estava corado, entre tons de raiva que se misturavam com nuances de um vermelho envergonhado, mas por fim, eles foram embora, descendo à rua do centro em direção ao obscuro túnel, mais conhecido pelo nome de buraco do prefeito, por onde até hoje passa uma ferrovia metros acima. Bom, esse foi meu mico, dentre outros que já paguei. Só tenho a dizer que apesar do Jeanderson não ser mais amigo do meu primo, este continua a ser meu amigo, ainda que de sua garganta escorra uma leve peçonha de fofoca, lá uma vez ou outra, mas por fim, é uma ótima pessoa para se dialogar e cair na risada, principalmente nos dias em que a chatisse toma conta. Já faz um bom tempo que não o vejo, até porque se juntou com outro homem, indo morar em outra cidade. Em fim, meu mico.

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"Quem gosta de clichê é mais feliz." Faz sentido?

DonaMenina
Desculpa, não consigo ver nenhuma lógica que possa sustentar essa afirnativa, e também não estou nos dias em que me prendo num pensar, até porque estou centrado em outros afazeres, sem falar que o coração tem vibrado mais nas faixas da emoção. Mas talves possa dar prazeres momentâneos a algumas pessoas, da mesma forma que pode dar aos que gostam daquilo que não seja clichê. É algo variável de pessoa para pessoa, e que pode ascender ou não, o sentimento de felicidade por breve momento. Assim fala meu subjetivo.

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Você já sentiu tanta raiva (ou ódio) de uma pessoa que ama após uma briga, mas depois descobriu o quanto ainda seria capaz de amá-la?

a n g i e, ♥
Sou o tipo de criatura que costumava dar difícil acesso aos que se aproximavam na tentativa de serem amigos, isso é, na vida fora dessa virtualidade que se chama internet. Agora já não posso dizer o mesmo, já que me dei ao luxo de ser mais acessível, mas outrora, olhava com desconfiança e odiava qualquer brincadeira que machucasse meu ego. Sim, eu sou este gato de vidro, que ainda junta os cacos de uma relação traumática. Quando magoado, tenho por tendência a retirar-me de uma relação de tal maneira, que aos poucos vou me pondo, tirando o brilho da amizade que tinha com tal criatura, até que está fique na escuridão obtusa, já que não terá mais o prazer de sentir o calor de minha amizade.

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