“— Diz que me ama?
— Te amo.
— Nossa, que te amo mais seco.
— Te amo molhado
— Idiota.
— Não sou nada.
— É sim, muito idiota e retardado. TE ODEIO.
— Também te amo meu docinho de coco. Melhorou agora?
— Agora nem vem me adular. To brava com você.
— awwun, você fica tão linda brava. Coisinha gostosa.
— Ah, assim não vale. Você sabe que eu não resisto quando me elogia.
— Linda, perfeita, gostosa, baixinha, minha.
— Tá bem, já entendi. Tá desculpado.
— Desculpado pelo que? Eu não fiz nada.
— Fez sim.
— O que?
— Roubou meu coração. -ela faz uma carinha fofa
— Meu Deus, como tu não morreu até agora? Tá sem coração … Tadinha!
— Aff, nem sabe ser romântico.
— Tá bom pequena, parei.
— Bom pra você.
— Vai ficar com raiva?
— Vou.
— Ai que beicinho lindo modeuzu.
— Para Pablo, já deu né.
— Amor me desculpa, é que eu não resisto. Sou muito palhaço.
— O pior é que eu sei disso. Mas te amo mesmo assim.
— É porque você não vive sem mim.
— Não vai se achando a última Coca-Cola do deserto não, tá meu querido?
— E você pode ir admitindo que me ama.
— Ok, eu te amo. Mesmo com toda essa sua chatura.
— Pois é , sou um chato muito lindo e gostoso.
— Você é feio, gordo e chato.
— Mas você me ama.
— Pois é, fazer o que né?!
— Me ame menos por favor.
— Acho melhor você parar.
— Esqueci, você apela atoa.
— Me conhece direitinho.
— Até de mais. Te amo minha linda.
— Também te amo, coisa chata.”
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