@vevepatty
Camila:
- a minha respiração estava tão pesada, tão distante, que mais achei que o ataque tinha passado com tudo o que estava a acontecer. Quando começas te a falar e fiquei ao inicio ligeiramente, confusa, não sabia ao que pensar, mas algo no teu olhar dizia que nem todas as tuas palavras eram verdade. Mas algo em mim estava a correr nas minhas veias um mau pressentimento e olhava atentamente a tudo o que vcs diziam um ao outro e uma parte de mim estava em alivio total, por o meu pai ter me largado, mas eu não queria de certa forma eu tinha medo que ele te magoasse, eu não te podia perder, não te queria perder, não estava certo e algo em mim fazia querer que o meu pai morresse do que tu, pq de alguma forma eu comecei a nutrir sentimentos por ti, algo mt forte, que começou a florir e saber que será algo impossível e que à sempre maneiras de tentar, é sempre um jogo perigoso e arriscado e acho que a minha vida assim faz mais sentido sendo perigosa e arriscada, acho que é isso que torna uma pessoa forte e de uma certa parte feliz, saber que passou tudo o que passou para querer uma só pessoa, tal como eu te quero a ti, mas não tenho ainda a devida força para admitir completamente a mim mesma ou até para o mundo inteiro. A outra parte de mim estava a desmoronar-se eu sentia que isto não ia acabar bem e rezava tudo o que tinha da minha restante fé para que tu te salvasses.
Um enorme aperto no meu coração deu se em mim quando pegas te na arma e olhava sempre para ti negando com a cabeça e apenas dizia com os lábios, para não fazeres isso enquanto as lágrimas em mim eram rios abundantes nas minhas bxx. Elas intensificaram mais quando querias disparar a arma a ti mas um milagre pareceu que impediu de isso acontecer.
Continuei a acompanhar toda a vossa conversa com cinismo parte a parte e de repente uma bala é ouvia e vejo o corpo do meu pai a desfalecer, mas por uma vez não me importei e só encontrava os meus olhos para olhar os teus que se fechavam e via a enorme mancha no teu peito - não não Blade não - comecei a gritar e soltei, pois as cordas já estavam largas de andar a tentar me libertar antes disto tudo e saiu da cadeira correndo a ti - Blade Blade não pf não - disse enquanto me abaixava de joelhos no chão e levantei um pouco da tua cabeça acabando por me abraçar ao teu corpo chorando contra o teu ombro - pf não me deixes não pf - soluço - pf tu és tudo para mim não me abandones não pf pf - encarei o teu rosto magoado e engoli em seco pelo que te aconteceu e senti o Mark à minha beira tal e qual como eu estava a chorar sem conseguir parar
Mark - isto não é justo não é opah - ele diz com alguma raiva de si mesmo e eu continuo abraçada a ti chorando e olhando o teu rosto ferido
Eu - temos que chamar um ambulância fá-lo agora - exigi entre soluços e o Mark logo me obedeceu - Blade abre os olhos fica cmg não vás não me deixes eu preciso de ti, pf - encosto a minha testa na tua fechando os meus olhos continuando a chorar
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- a minha respiração estava tão pesada, tão distante, que mais achei que o ataque tinha passado com tudo o que estava a acontecer. Quando começas te a falar e fiquei ao inicio ligeiramente, confusa, não sabia ao que pensar, mas algo no teu olhar dizia que nem todas as tuas palavras eram verdade. Mas algo em mim estava a correr nas minhas veias um mau pressentimento e olhava atentamente a tudo o que vcs diziam um ao outro e uma parte de mim estava em alivio total, por o meu pai ter me largado, mas eu não queria de certa forma eu tinha medo que ele te magoasse, eu não te podia perder, não te queria perder, não estava certo e algo em mim fazia querer que o meu pai morresse do que tu, pq de alguma forma eu comecei a nutrir sentimentos por ti, algo mt forte, que começou a florir e saber que será algo impossível e que à sempre maneiras de tentar, é sempre um jogo perigoso e arriscado e acho que a minha vida assim faz mais sentido sendo perigosa e arriscada, acho que é isso que torna uma pessoa forte e de uma certa parte feliz, saber que passou tudo o que passou para querer uma só pessoa, tal como eu te quero a ti, mas não tenho ainda a devida força para admitir completamente a mim mesma ou até para o mundo inteiro. A outra parte de mim estava a desmoronar-se eu sentia que isto não ia acabar bem e rezava tudo o que tinha da minha restante fé para que tu te salvasses.
Um enorme aperto no meu coração deu se em mim quando pegas te na arma e olhava sempre para ti negando com a cabeça e apenas dizia com os lábios, para não fazeres isso enquanto as lágrimas em mim eram rios abundantes nas minhas bxx. Elas intensificaram mais quando querias disparar a arma a ti mas um milagre pareceu que impediu de isso acontecer.
Continuei a acompanhar toda a vossa conversa com cinismo parte a parte e de repente uma bala é ouvia e vejo o corpo do meu pai a desfalecer, mas por uma vez não me importei e só encontrava os meus olhos para olhar os teus que se fechavam e via a enorme mancha no teu peito - não não Blade não - comecei a gritar e soltei, pois as cordas já estavam largas de andar a tentar me libertar antes disto tudo e saiu da cadeira correndo a ti - Blade Blade não pf não - disse enquanto me abaixava de joelhos no chão e levantei um pouco da tua cabeça acabando por me abraçar ao teu corpo chorando contra o teu ombro - pf não me deixes não pf - soluço - pf tu és tudo para mim não me abandones não pf pf - encarei o teu rosto magoado e engoli em seco pelo que te aconteceu e senti o Mark à minha beira tal e qual como eu estava a chorar sem conseguir parar
Mark - isto não é justo não é opah - ele diz com alguma raiva de si mesmo e eu continuo abraçada a ti chorando e olhando o teu rosto ferido
Eu - temos que chamar um ambulância fá-lo agora - exigi entre soluços e o Mark logo me obedeceu - Blade abre os olhos fica cmg não vás não me deixes eu preciso de ti, pf - encosto a minha testa na tua fechando os meus olhos continuando a chorar
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