Justin-eu não vou então...*voltei a colocar a minha mão* por favor não chores...é das piores coisas que me podes fazer...*com a outra mão tentei limpar-te as lágrimas* pensamento positivo sim...quero de volta o sorriso nos teus lábios...

Justin and Caroline
Barbara:
- a minha cabeça cai de modo lento para o teu olhando te com os meus olhos inundados de lagrimas e tentei fazer isso que dizias mais nao conseguia ,simplesmente nao tinha motivo para fazer tal coisa e fechei os meus olhos começando mesmo a chorar de uma forma perdida e de forma que era a unica coisa que sabia fazer de momento chorarf - eu quero ve-lo eu tenho saudades dele - disse entre choro

Justin-*olhei-te suspirando pois odiava ver-te assim* hum...preferes que vá lá para fora? *tirei a minha mão de cima da tua* tens esse direito...e posso tar a prejudicar na tua recuperação e o que menos quero é isso..*suspiro olhando.te mas logo desviei o olhar para essa tua lagrima que ia escorrend

Justin and Caroline
Barbara:
- ouvi tudo o que dizias e eu nao queria que saísses, eu queria que ficasses ao meu lado, a minha mao logo ficou fria, com a falta da tua em cima da mesma - nao vas pf - sussurro quase que implorando te ,la estava eu Barbara Palvin a mostrar a sua fraqueza perante o seu meio irmao por quem tenho uma paixao uma longa paixao. a minha mao meio que se moveu procurando o conforto da tua e abro os meus olhos ficando agr olhar o teto deixando as lagrimas caírem por elas

Justin-*fui avisar os médicos e eles entraram para saber como estavas e fazerem alguns exames e coisas médicas, assim que isso acabará voltei para o teu lado e sentei me de novo a tua frente e simplesmente te fiquei a olhar sem saber o que dizer,pois nem sabia se querias que falasse*

Justin and Caroline
Barbara:
- suspiro prolongadamente quando o medico nos diz que tinha que ficar cá no hospital sobre visao deles devido ao que me aconteceu. olhei te de relance e volto a desviar o meu olhar para a janela sempre era o unico sitio que nao me fazia pensar tanto, afinal sim faz pensar, olhar para o ceu azul faz me lembrar tanto o meu pai. fechei os meus olhos pois estes ja se encontravam molhados e do cantos de uns deles escorre uma lagrima mt lenta em pensamentos que eu estava ter, pensamentos de saudade, pensamentos de desistir de tudo, eu queria me ir embora queria ter paz por uma vez na vida, queria nao sentir nada, absolutamente so ouvir o som da paz, qual seria esse som,como seria ? ninguem sabe so quem la vive é que conhece

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Justin-*senti a tua mão a mexer e agarrei-a mais por completo e quando vi os teus olhos a abrirem sorri e suspirei de alivio* que susto barbara...agora po favor...não fales e descasa...que eu vou avisar o médico que já acordas-te...okay?

Justin and Caroline
Barbara:
- estava me a custar abrir os olhos, a luz que estava presente na sala era um pouco forte para quem teve durante a noite toda, sim pq ja eram 10:00h , com os olhos fechados na total escuridao. fiz uma leve careta estando me a dar umas pequenas dores de cabeça sendo estas tbm normais, isto é eu estava a recuperar seria bom sinal ou nao? para mim, talvez nao eu preferia voltar a fechar os olhos e nunca mais abrir para este mundo. olhei te e assenti de leve ao que disseste e rodo um pouco a minha cara e olho a janela que estava ao lado da cama dando me assim ver alguns ramos de arvores, o ceu azul e passaros a voar sobre o mesmo.

Justin-(+) vou tentar ajudar-te claro que sim...*suspiro e dou-te um beijo na testa* *queria dizer mais coisas mas para isso tinha que admitir até para mim mesmo o verdadeiro sentimento que tinha por ti*

Justin and Caroline
Barbara:
- um enorme calor cobriu meu coração ao ouvir as tuas palavras, tu disseste de uma forma indireta que nao ias desistir de mim, isso da me esperanças secalhar sabes mesmo o que tenho, secalhar ate me entendes ,mas pq estou eu a ceder, pq nao posso partir de vez o que me prende aqui ? será ele ? será ele que nao me deixa ir, serás mesmo tu quem me impede e se estiver errada e se tudo isto nao passar de uma mentira e se ninguem me ajudar? eu tenho medo, eu vivo no medo, eu nao tenho ninguem, ninguem me entende, ninguem entende o meu mundo é horrivel esta forma de sentir, mas o que se passa eu estou a recuperar as forças a minha alma encontrou uma porta ela voltou, como voltou, pq voltou, ela viu luz, luz essa que me fez voltar à realidade do mundo de hoje, o mundo onde o meu pai nao está. os meus dedos por de baixo da tua mao foram mexendo se de uma forma tremelica, as pálpebras dos meus olhos tbm tremiam sinal que começava a acordar deste meu sono, deste meu acontecimento derivado a droga e desespero. a minha cabeça foi movimentada por mim e acabei por querer sentir mais o teu toque na minha mao e os meus olhos pareciam janelas abrir de uma forma mt lenta. eu havia estado sempre adormecida e estava um pouco confusa e atordoada nao sabendo bem ao certo o que se passava pois as minhas ultimas ações foram conduzidas por droga, e droga faz nos esquecer de tudo e mais alguma coisa e toma posse de nos mesmos

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Justin-ao contrário do que pensas eu não te odeio...eu sempre te quis tratar como uma irmã...tentar proteger-te mas sempre que tentava acabava sempre em discussão por isso desisti...mas agora...eu disse ao meu pai e eu vou ajudar-te e vou tentar perceber o porque disto tudo...e acredita vou (+)

Justin and Caroline
♥♥♥

Matt: Perrie. ~corro e seguro teu braço.

Perrie:
- quando estava mesmo a chegar ao meu destino sou parado por algo a agarrar o meu braço e com isso fez me virar para ti, que eras quem agarrava o meu braço, a minha cara corrida em lagrimas eu nao queria que me visses assim o que de imediato baixei o meu olhar para o chao - Mathias - disse com a minha voz de choro

Justin-(+) tomar drogas para me conseguires aturar...que rídiculo *suspiro triste*

Justin and Caroline
Barbara:
- conseguia ouvir uma voz, mas essa estava um pouco longe a minha alma pelo menos achava, o meu sentido de audição audição estava longe de ouvir a voz ao meu lado, mas espera eu conheço esta voz, obvio que conheço , a voz de quem tbm tem um papel tao importante na minha vida e eu rejeito por uma simples razao, por ser meu irmao. Vcs perguntam o quer isso dizer? quer dizer que na noite em que nos envolvemos eu pensava que nao passava daí uma coisa sem significado mas enganei me redondamente eu tinha me apaixonado pelo meu meio-irmão e nao eu nunca admiti e nunca o vou fazer pelas razões obvias e razoes essas que me levam a ser o que sou cntg, quero me afastar ao maximo pois é algo impossivel de acontecer algo entre nos sendo nos agr da mesma familia isso era imperdoavel sei que o é. mais um dos motivos de querer ir para junto do meu pai, pelo menos la estou com ele e nao sofro, nao desta maneira que dura tempos e tempos. Eu sabia que estavas desiludido mas como era de esperar nunca ninguem me entendia e eu pergunto pq continuar aqui têm que me dar uma explicação logica do pq de continuar nao faz sentido mas ao que parece o ceu e o inferno ainda nao me querem la, eu estou viva para todos efeitos, mas a minha alma encontra-se perdida

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Justin-*sentei-me na cadeira que havia em frente a cama e pus a minha mão por cima da tua* porque fizeste isso? porque?! podes ter muitas saudades do teu pai mas isto não é motivo...será que odeias tanto a tua vida ao nosso lado?! *suspiro* talvez seja mesmo insuportável...que até tenhas de tomar (+

Justin and Caroline
♥♥♥

Matt: Me aproximo da Rebecca e apoio as mãos na cadeira a chegar meu rosto proximo ao ouvido da mesma~ Algum dia você ainda vai se afogar com seu proprio veneno e quando isso acontecer vou rir da sua cara pois é isso que mereces. ~saio e vou ter contigo.

Perrie:
- ela fica indignada com o que lhe tinhas dito e vira te tbm costas com o seu ar importante, eu estava a sair da escola ja com o meu rosto atingido de lagrimas, eu nunca entendi o pq de nao gostarem de mim, talvez nao sejam so aquelas pessoas, talvez o mundo inteiro nao gostasse de mim, o que me motivava mais a nao querer viver mais neste mundo, querer encontrar uma paz eterna para mim. agarrava as minhas coisas de forma segura e forte e estava andar rapidamente ate à estação de comboio

Justin-(+) pouco chocado com a imagem...um corpo em pálido...em cima de uma maca se se mexer...e saber que podia ter morrido...cheguei-me perto e passei a mão na tua cara*

Justin and Caroline
Barbara:
- la estava presente em corpo naquela sala/ quarto onde tudo o que la existia era, uma mesinha de cabeceira, uma janela, uma cama e uma cadeira e o meu corpo, mas alma nem ve-la. estava perdida no meio de mt vazio, talvez eu estivesse à procura de uma luz, uma luz qualquer o escuro a mim sempre me intimidou e era um escuro gelido eu queria algo quente , eu talvez estava mais à espera de encontrar meu pai, mas nunca chegou a acontecer, talvez mesmo por nao estar morta, o que eu apenas queria ver uma ultima vez o meu pai, mas era algo tudo criado na minha mente, na minha alma perdida, ela estava perdida mas captava sons, eu ouvi movimentos estavam me a por confusa quem é que estava no meu quarto, ouvia uma respiração pesada perto da minha cara e uns dedos predominantes de uma pele macia a tocar no meu fantasma rosto.

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Justin-*enquanto o médico falava eu nem queria acreditar...saber que se chegasse 5 ou 10 minutos depois tu já nem poderias estar aqui, agradeci-lhe as informações e ele foi embora * *estava mesmo desiludido com o que fizeras mas decidi ir ver-te por isso fui até ao teu quarto, entrei e fiquei um (+)

Justin and Caroline
♥♥♥

Matt: Ow, ow! ~separo as duas~ Deu!

Perrie:
- logo a sophia tbm fica ao meu lado e mts mais pessoas ficaram a ver
rebecca: oh matt querido ves como ela é vira-se contra as pessoas sem elas fazerem nada - faz se vitima
eu : o que? - grito indignada e mais furiosa - tu so podes estar a gozar cmg tu pedis te para subir a uma coisa podre eu ajudei te e tu ainda te fazes de vitima quando sabias perfeitamente que aquilo podia partir com alguem em cima
rebecca: tens é inveja de eu ir ao baile e tu nao e entao metes as culpas em mim - mente e o corpo fervelhava de raiva e ainda ouvia risinhos das pessoas à nossa volta e sophia dizia repetidamente ao meu ouvido para ter calma e largo me dela de uma forma brusca e rapido saiu do pavilhao completamente irritada e humilhada . pego nas minhas coisas e apresso o meu passo sentindos os meus olhos humidos de lagrimas.

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Matt: Como estava proximo, corri rapidamente e evitei que caisses no chao. Só percebi que era tu quando te olhei nos olhos

Perrie:
- assim que o meu corpo se desiquilibra so senti uns braços a apanhar me e eu fechei os meus olhos devido a tudo ser tao rapido e abri momentos depois os meus azulados olhos e arragalei-os ao ver te - ahm...o-obrigada - gaguejei ainda um pouco surpreendida por te ver aqui. do outro lado do meu ouvido conseguia ouvir as gargalhadas de Rebecca o que percebi que aquela viscosa tinha planeado isto tudo e saiu de uma maneira um pouco rapida e irritada do teu colo e vou ter com ela empurrando a - estas contente pelo que fizeste ja tiveste o teu momento comico - disse um pouco irritada empurrando a mais um pouco, ela tinha me mesmo levado ao meu limite
Rebecca: como es tao ingenua em ajudares as pessoas tu nao prestas miuda - ela estava me mesmo a irritar e mais eu empurrava ate ter o instinto de lhe dar um estalo

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Matt: Estava tambem a ajudar a decorar o local. Quando me avisaram fui diretamente ajudar os outros com as luzes e mal te percebi.

Perrie:
Pezz coloca aqui as luzes - gritaram por em pedir ajuda e eu assenti sorrindo e la peguei nas luzes e por sorte ate consegui chegar para pendurar uma parte das luzes
Rebecca: perrie podes pf colocar esta fita aqui eu sei que nao es das fitas mas eu preciso de ajuda e nao queria estragar a minha manicura sabes como eu vou ao baile e tu nao podias...- olhei com desprezo e la tirei lhe as fitas da mau e subi o escadote ,coisa que eu nao sabia é que aquele escadote era velho e estavam proibidos de usar pois quem se pusesse em cima dele caía ,mas eu nao sabia a unica que sabia disso era Rebecca e fez isso deproposito como a gostar dessa maldade.Lá subi o raio do escadote e ergui o meu corpo no cimo colocando la as fita e so sinto uma parte do escadote a partir e que os movimentos do meu corpo seriam a dar inicios que ia dar grande queda e sophia gritou bem alto o meu nome como a ver se alguem me amparava a queda

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que eu não fosse correspindido. Seria humilhante. Quando faltava apenas um semestre, tinha conseguido juntar dinheiro e comprei minha casa. Era um sonho pois seria o meu canto e poderia fazer o que bem entendesse lá.

Perrie:
- hoje era o ultimo dia de aulas e basicamente hoje ninguem teria aulas, alguns alunos ficaram como voluntarios em organizar a parte fisica do baile que se ia realizar nesta mesma noite, eu nao ia, por mais que a minha melhor amiga me tentasse convencer em ir , eu nao ia à mesma pois ir sozinha quando ves todas as outras raparigas com os seus pares, nao faz sentido algum e tbm nao tinha vontade de sair de casa eu so queria estar deitada na minha cama e agarrada à minha almofada e pensar na minha miseravel vida. Eu estava incluida nos alunos voluntariados em ajudar a decorar o pavilhao de educação fisica que era la onde se iria realizar o baile , quem me colocou na lista foi sem mais nem menos a minha melhor amiga . Sophia, por mim obviamente que nao fazia nada, nao por maldade, mas simplesmente nao tinha vontade de nada mesmo.
estava a chegar à escola quando Sophia me acena indo eu ter com ela e cumprimento a
eu: sabes que tenho vontade de te matar nao sabes pq é que eu tenho que estar aqui ?
Sophia : minha cara amiga agr que estas nao te podes armar em rebelde e fugires ok - ela diz me enquanto coloca o seu braço em volta dos meus ombros
eu : sabes que nao é ser rebelde nao tenho paciencia para isto - explico
sophia: oh eu sei que a menina é algo mt impaciente mas temos pena - continuava a gozar me eu ri de leve empurrando a de leve
eu : vai ordenhar vacas - rimos e chegamos ao pavilhao pousando as nossas coisas e um grupo de populares estupidas e ranhosas vêm na nossa direção, o grupo era constituido por 3 raparigas uma loira, uma mulata e uma com cabelos aos caracois, eu odiava a "lider" delas que era a dos cabelos aos caracois, sempre andamos as duas juntas desde da primaria e nunca gostamos uma da outra, ela tinha a mania e fazia-se aos rapazes com quem andava ou que apenas eram meus amigos
Rebecca (imagina que é o nome da lider ): olá meninas - sorri cinicamente - entao vao ao baile ?
sophia : sim
eu : nao -.-
rebecca: oh que pena ja era de esperar que nao fosses - ela ri em gozo e eu reviro os olhos e chamam todos os colaboradores da decoraçao e destribuiram tarefas a todos e meu era por as luzes ,lindo eu nem chego a todos os sitios, ugh , fuck life!

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Mathias: Ainda era apaixonado pela Perrie, mas o ciume que ela tinha era imenso e eu me irritava de mais por isso discutiamos tanto. Dessa forma, nunca chegamos a ter algum relacionamento, porem não tinha duvidas do que sentia. Quando me perguntavam se gostava de ti eu negava porque de nada seria +

♥♥♥

Justin-(+) favor...ajudem ...*dizia desesperado*

Justin and Caroline
Barbara:
- uns medicos vieram em ao teu auxilio e transportaram me para uma maca e em correrias levaram me para a sala de operações o que a rececionista do hospital pedia te que te mantivesses calmo que em breve tira noticias para te dar
- 6 horas depois -
depois de tudo estudado feito e analisado o medico que acompanhou o meu caso veio ate à sala de espera onde te encontravas e foi ter cntg
medico : jovem - ele chamou te - deram me a indicação que você é o irmao de Barbara Palvin - afirmou - bom o estado da sua irmã realmente estava no seu limite ela podia ter mesmo morrido, mas nos fizemos tudo ao nosso alcance e fizemos uma desintoxicação ao seu organismo e para ja correu tudo bem, o atual estado da paciente estamos a dar para ja como em coma, nos nao temos qualquer dado de melhora ou que ela acorde, mas tbm com tudo ao que a jovem foi submetida é normal nao acordar para ja mas temos coma como a descrever o seu estado pq essa informação ainda nao é de todo sabida se quiser ver a jovem dirija se ao quarto 231 no 2 piso , foi um milagre ela ter sobrevivido - ele conclui sorrindo para ti e saiu da sala de espera indo entao para dentro do hospital tratando de outros doentes

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Justin-tás doida...*estava super preocupado pois nunca te tinha visto assim o que explicava a insinuações do meu pai,assim que desmaiaste apanhei um táxi pois não dava de jeito nenhum ir de mota e assim que saímos do táxi levei-te as emergências do hospital* ela está em perigo de vida...por (+)

Justin and Caroline
♥♥♥

Justin- (+) parecias morta, fui a correr até ti ajoelhando-me no chão* BARBARA????

Justin and Caroline
Barbara:
- quando ia a fechar os meus olhos a tua voz fez se ouvir por todo o lado e ate mesmo eu sentir o teu toque ate mesmo eu abrir com esforço os meus olhos, eu ja estava a fechar para dizer adeus ao mundo ,mas fui interrompida - deixa me justin - falei fraca - eu tenho que ver o meu pai eu preciso dele ele abandonou me traiu me deixa me - falei fraca e com a minha voz chorosa, comecei a chorar um choro tbm por si fraco - eu preciso de estar com ele so com ele - murmuro virando o meu rosto para o lado oposto da sua foto tossindo uma vez mais levando a minha mao ao meu peito que me doía - eu...eu preciso de ...eu tenho que ir...ter com ele - fecho levemente os meus olhos começando a perder os meus sentidos e acabo por desmaiar sobre os teus braços

Justin-*cheguei perto do cemitério deixando a mota em qualquer lado...tirei o capacete e fui a correr a tua procura* hum--isto é enorme...*tentei me lembrar do sitio e la me consegui lembrar..fui a correr e encontrei-te no chão o que me fez arrepiar bastante pois estava muito branca e parecias (+)

Justin and Caroline
♥♥♥

Justin-*tentei ouvir-te com a maior clareza* com o teu pai? mas...ohh desligou-me o telefone...ela está com o pai? *pensei* burro...ela deve tar no cemitério...credo..aquele lugar arrepia-me *peguei na mota e fui a correr até la a tua procura*

Justin and Caroline
Barbara:
- o meu corpo mais uma vez ficou a tremer sozinho e voltei a sentar me à beira da sepultura - tu nao me podias ter deixado nao podias sabes bem que nao - falava enquanto tirava um pedaço de aluminio e neste tinha po, droga mais em concreto e fiz mais tres carreirinhos e desta vez estava abusar naquilo que estava a consumir, mas era mesmo isto que queria fazer, quase se pode considerar suicidio pq eu consigo me controlar, eu so com o cigarro e snifar os dois carreiros ja era o suficente para mim ,mas eu queria acabar com tudo o que era meu naquele preciso momento e ja estava acabar de snifar todos os carreiros que fiz e encostei a minha cabeça ao tumulo sentindo o meu peito a subir e descer sentindo todas estas substancias a entrarem de forma bruta no meu corpo e levei uma mao ao meu peito olhando o ceu e fui fechando os meus olhos ainda tendo os meus sentidos, so que estes começavam a desaparecer - espera por mim pai eu vou ter cntg eu preciso de ti - murmuro fraca e levei a minha outra mao a sua foto deixando mais lagrimas cair sobre as minhas bxx.

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Justin-(+) por fim sai de casa, andava que nem um louco a tua procura na rua pois não sabia por onde te procurar por isso decidi ligar-te-humm...barbara onde estas?

Justin and Caroline
Barbara:
- la falava com o meu pai ate o meu telemovel tocar - espera pai estao me a ligar - tento de uma forma atrapalhada tirar o meu telemovel do bolso e assim que ele se econtra diante dos meus olhos vejo o teu nome e arqueio uma sobrancelha - o que é que este quer agr - murmuro para mim e la atendo a chamada e olhei a fotografia do meu pai sorrindo de uma forma sem vida e reviro os olhos pela tua pergunta - com o meu pai e tu interrompeste o momento nao tens uma despedida a fazer ainda bem com lincença estava a falar com ele ok - falei de uma forma ate bastante calma pois o meu olhar estava fixado na fotografia do meu pai na sua campa o que quase nao me permitia falar de um tom arrogante para ti mas contudo desliguei te a chamada mantendo o telemovel longe de mim e continuava entao a minha conversa chocante com a sepultura do meu pai enquanto que agr passei do cigarro, que ja tinha acabado , para snifar e ja tinha sugado dois carreiros de po e inspirava o mesmo mantendo os meus olhos abertos - sabes pai eu nao preciso de ninguem sabes eu nao te vou deixar sozinho outra vez tu vais ver tu vais voltar a estar cmg eu sei..eu ..pq nao estas cmg aqui pq - lagrimas começaram a cair do meu rosto e estas tinham tanta coisa à mistura, dor, tristeza, sofrimento, odio, raiva tudo em todas as lagrimas que libertava - eu preciso de ti nao de mais ninguem volta para mim vol...- comecei a tossir assim que ia acabar de falar e recomponho me de novo - volta para mim eu preciso de ti pq foste pq tu abandonas te me sabes vai fazer 6 anos que tu me deixas te es um traidor tu disseste que nao me deixavas tu disseste - começava arrancar algumas ervas do chao irritada - tu nao podias nao podias - levanto me um pouco aos s - tu - apontei para o tumulo - tu deixas te me es um covarde e eu aqui ainda pq nao me levas cntg tu disseste onde quer que fosse tu ias me buscar onde estas tu agr onde - gritei a ultima parte e era isto o que a droga me fazia, resumidamente punha me louca, irreconhecível e violenta

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Justin-*assisti a vossa conversa e à reação da Barbara* não se preocupem eu já vou a procura dela *sorrio e despeço-me deles ,eles acabam por ir e eu vou me vestir rápido ainda vou ao ter quarto ver se encontro algo mas não encontrei pois tinha levado tudo e também não te ia mexer no quarto (+)

Justin and Caroline
♥♥♥

Justin-se esteja a matar *digo isto sabendo mesmo que não o fazia...era so a raiva a falar*

Justin and Caroline
Barbara:
- o teu pai assentiu com a cabeça
teu pai -: filho, se ela estiver mesmo nessa situação eu peço que tenhas mt paciencia ela se estiver mesmo sobre efeitos de droga , nao sabe o que faz basicamente e tenho tbm a sensação que nao é desde agr que ela anda nisso, tenta ser paciente por mim e pela mae dela eu receio que ela chegou a este ponto para esquecer todos os problemas tu sabes quando vcs adolescentes tem o mundo virado contra vcs e vou se meter nas bebedeiras, ela fez isso mas no pior caminho - explica te - mas obg a Adaline fica mt mais descansada na lua de mel, era por isso que nos adiavamos isto - sorriu te e levantou se da tua cama dando te uma pequena palmadinha no teu ombro e antes de se ir embora lembrou se de algo - ah justin uma coisa importante se aquilo que penso for mesmo verdade ela nao pode deixar aquilo logo de momento entao fazes o seguinte vais ao meu quarto e tem na minha primeira gaveta uns medicamentos inventas uma mentira credivel como dizes que aquilo é uma outra especie de droga e fa-la tomar isso, faz com que a compulsividade dela de consumir diminuia pouco a pouco e quando vires que ela consumiu ou assim da-lhe café, conselho de medico - pisca te o olho sorrindo e sai do teu quarto indo falar com a minha mae acerca da vossa conversa e ficaram a fazer as malas
Horas se passaram e eu saí do meu quarto ja arranjada e passei pela sala onde estavam todos e os meus olhos estavam um pouco semi fechados devido a ter consumido
minha mae : onde vais Bah ? -.ela pergunta enquanto que eu pegava no meu casaco pendurado nos cabides do hall e ri seca para ela olhando a sem emoçao alguma
eu : como se tivesses alguma coisa haver com isso verdade - ja eram 22:30h e acabo por vestir o meu casaco
minha mae : nem ficas para te despedires - levantou se
eu : adeus - despedi me de uma maneira bruta e saiu de casa batendo com a porta com força olhava a minha bolsa se tinha tudo o que precisava , seringa, colher, esqueiro, mortalhas, filtros, papel e algumas coisas para snifar e dou inicio a uma caminhada ate ao cemitério , caminho sobre a relva ja cortada e vou ate ao tumulo do meu pai e abaixo me sentando me nele - hey pai - meio que sussurrei - sabes ....- comecei a falar coisas assim meio estupidas como " quero morrer para estar cntg " coisas um pouco chocantes mas era como estava e enquanto falava fumava erva.

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