, não, desconhecidos
* O meu cabelo está miserável.... A minha vontade de entrar numa camioneta é nula, assim como a minha vontade de participar nesta viagem de finalistas. Não estou a dizer que nao me encontre entusiasmada. obviamente que passar duas semanas e meia numa das melhores semanas academicas do pais , com concertos, rio, gente desconhecida, com vigilância minima , é algo que me deixa empolgada. Mas este ultimos dias tudo tem dado para o torto. Finalmente levantei o meu esguio corpo da cama deixando a enorme tshirt com que havia dormido voltar a sua posição original cobrindo a minha pele. Olho me ao espelho vendo a miseria em que me encontrava. Talvez ter ficado ate de madrugada a ver serie nao teria sido a melhor decisao que havia tomado. olho as minhas malas, que se encontram feitas junto a porta de entrada do meu quarto e suspiro. Rapidamente entro dentro do chuveiro tomando um benha exageradamente rapido. Seco o cabelo deixando o depois solto, naturalmente liso. Visto a camisola com finas riscas brancas e pretas com o colarinho em V, com uns calçoes de ganga e os meus tenis adidas, colocando depois o telemovel ,que se encontrava sobre a minha mesinha de cabeceira, no bolso de tras dos pequenos calçoes. Arrasto as malas de pela longa escadaria de minha casa, ja vendo a miha mae pronta a despedir se de mim.
(...)
A viagem de autocarro ate foi toleravel, a minha melhor amiga, Anabele, que eu chamo de Anne, deixou me dormir tranquilamente, passando a viagem a conversar com uns rapazes de um outra turma.
Dirigimo nos todos agora para um amontoado de cabanas pequenas madeira. Segundo o que percebi sao cabanas de quatro pessoas. Não sao unisexo. o que foi algo que me deixou tranquilizada. Partilho a minha com Anne e mais duas raparigas da nossa turma, com quem nos falavamos ocasionalidade.
Pousei sobre a peuqena cama que havia, fiquei na cama superior do beliche com Anne.
Apos inumeros pedidos para sair mos daquele pequeno compartimento, anee arrastou me pela porta fora, para irmos " explorar o perimetro" (expressao utilizada por ela) . Mal passo pela pequena porta ando uns minimos metro quando o meu corpo embate noutro bastante mais forte que o meu . O meu olhar distraido sobre encarando um rapaz, cujo rosto era me desconhecido. Tu. Breves palavras escapam pelos meus carnudos labios assim que sinto as minhas bochechas aquecer devido ao breve contrangimento da situação * Desculpa * a minha voz suou timida e levemente rouca, e foi seguida por um pequeno sorriso amigavel*
(...)
A viagem de autocarro ate foi toleravel, a minha melhor amiga, Anabele, que eu chamo de Anne, deixou me dormir tranquilamente, passando a viagem a conversar com uns rapazes de um outra turma.
Dirigimo nos todos agora para um amontoado de cabanas pequenas madeira. Segundo o que percebi sao cabanas de quatro pessoas. Não sao unisexo. o que foi algo que me deixou tranquilizada. Partilho a minha com Anne e mais duas raparigas da nossa turma, com quem nos falavamos ocasionalidade.
Pousei sobre a peuqena cama que havia, fiquei na cama superior do beliche com Anne.
Apos inumeros pedidos para sair mos daquele pequeno compartimento, anee arrastou me pela porta fora, para irmos " explorar o perimetro" (expressao utilizada por ela) . Mal passo pela pequena porta ando uns minimos metro quando o meu corpo embate noutro bastante mais forte que o meu . O meu olhar distraido sobre encarando um rapaz, cujo rosto era me desconhecido. Tu. Breves palavras escapam pelos meus carnudos labios assim que sinto as minhas bochechas aquecer devido ao breve contrangimento da situação * Desculpa * a minha voz suou timida e levemente rouca, e foi seguida por um pequeno sorriso amigavel*