Ask @wolfedler:

Qual é a tua atitude em relação a crianças pequenas?

Gosto muito e elas também gostam muito de mim. Porque eu as levo a sério e desço ao nível delas, como se fosse uma outra delas. Mas de modo totalmente integrado e sem nenhuma demonstração de fingimento. Com toda a autenticidade. Isso as faz desenvolver camaradagem comigo. Mas elas sabem que sou um adulto. Só que um adulto amigo e que as entende no próprio nível delas. Eu seria um ótimo professor da educação infantil.

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Ernesto, sou um garoto de origem humilde, sempre gostei de ciências, mas em minha região isso é algo extremamente precário e pouco acessível, não diferente do resto do Brasil, queria saber qual dica o senhor poderia me dar. Estou extremamente indeciso por qual caminho seguir e se devo seguir...

junior
Mesmo em um lugar de poucos recursos é possível se realizar gostando de ciências na atividade do magistério de física, química, biologia, geociências ou ciências em geral do nível fundamental. Há quem menospreze a docência como algo menos importante do que a pesquisa científica, mas não é verdade. Todavia, quem gosta de ciências, mesmo atuando como professor, deve prosseguir os estudos na pós-graduação e se tornar um cientista, mesmo, o que fortemente recomendo, sem deixar o magistério.

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Professor, gostaria de agradecer por tuas respostas tão precisas e esclarecedoras. Você não tem noção do quanto me ajuda. Com toda sinceridade, muito obrigado!

John Hooke
Fico contente em ler isso, pois, justamente nesse sentido, é que me propus a estar aqui respondendo questões. Isso é um dos fatores que compõem o significado que dou a minha vida, que é levar a luz do conhecimento para espancar as trevas da ignorância.

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Um dos aspectos da Metafísica, é que ela estuda as relações entre todos os elementos da realidade, a realidade em si e busca explicar o funcionamento delas, diferentemente da ontologia, que ainda é diferente de "ôntico". O que mais você considera que seja diferente?

Pabis Zanin
A noção de uma diferença entre ôntico e ontológico, proposta por Heidegger é uma noção artificial que não tem sentido. A ontologia cuida do estudo da categoria metafísica das entidades e dos seres que, simplesmente, são entidades realmente existentes e não apenas concebidas. Além disso a Metafísica cuida do resto todo das categorias da realidade, não apenas estabelecendo essa categorização, mas também estudando as condições de enquadramento em cada uma delas e, principalmente, os critérios de existência ou não de cada item de cada categoria. Por existência se entende a participação na realidade que se esteja considerando. Pois há categorias de realidades também. Por exemplo, há a realidade física, a realidade das idéias (não como concebida por Platão), a (hipotética) realidade sobrenatural (dos espíritos que a Metafísica estuda se existem ou não) e outras. Por exemplo, um unicórnio é uma entidade inexistente na realidade física, mas existe na realidade das idéias porque pode ser concebido. Já um círculo quadrado não existe, sequer, na realidade das idéias, pois não pode nem ser concebido. Deus existe na realidade das idéias, mas não existe na realidade física e, quase certamente, também não existe numa realidade sobrenatural, pois esta, ao que tudo indica, é totalmente vazia.

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Numa defesa de doutorado, podemos ver a aplicação da dialética hegeliana, ao se expor a tese e possíveis antíteses no documento de doutorado, justamente, para tentar falsear a proposta que defende e as sínteses que se tira disso, bem como antítese da síntese, por parte do orientador?isso se estende?

Pabis Zanin
Não. A dialética hegeliana não é requerida para uma defesa de tese e não se tem que construir síntese nenhuma entre a tese proposta e suas contrafações, que, inclusive, podem ser várias e não apenas uma antítese. O que se tem que testar é a validade da tese proposta e não se chegar a nenhuma síntese dela com suas contrafações. A dialética hegeliana, em verdade tem uma aplicabilidade limitada e a noção marxista de que a evolução histórica se dê de modo dialético não é verdadeira, exceto em alguns casos.

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Professor, vi numa página da internet, que são os giroscópios os verdadeiros responsáveis pela rotação de uma estação espacial. Além disso, li que o movimento de rotação na estação espacial tem por função a estabilização e que apenas parte dela sofre a rotação. Essas afirmações são verdadeiras?

John Hooke
Os giroscópios não são os responsáveis pela rotação e sim pelo controle da rotação. Em primeiro lugar, ela se dá pela inércia de rotação mas, como a estação ainda está dentro de uma região atmosférica, mesmo muito pouco densa, o atrito do ar provoca um torque que tende a reduzir a rotação, o que é sentido pelos giroscópios que, então, acionam os microfoguetes para que a rotação retorne ao valor previsto para que a estação tenha sempre a mesma face voltada para a Terra. Não sei se ela é dividida em partes que rotacionam e partes que não. Além dessa rotação com relação à Terra, tem que haver, também, outra rotação, de período diferente, dos painéis solares para que estejam sempre apontados para o Sol.

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Professor, o amor existe apenas como categorizado na realidade ideal. Em última instância, é apenas um conceito. Uma abstração. Não existe o fenômeno chamado amor. Não existe essa categoria ôntica onde o amor se encaixaria. O que existem são trocas de fótons virtuais mensageiros na interação.

Pabis Zanin
Existe o fenômeno amor sim. Trata-se de um complexo de sentimentos, desejos, comportamentos, atitudes, posturas, compromissos, arranjos, vivências e o que mais seja que leve pessoas a terem, umas pelas outras essa ligação forte de desejar o bem, de proteger, de curtir a companhia, de fruir prazer sexual recíproco, de se sentir enlevado com o outro e esse tipo todo de coisas. Isso é algo real e não apenas um conceito. O amor é um dos componentes da categoria dos sentimentos, como o ódio, a admiração e todos os outros. Não é uma entidade, mas a realidade não é constituída só de entidades. Existem ações, relações, conceitos e muito mais, além dos sentimentos também.

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Observe esta resposta (https://ask.fm/wolfedler/answers/148027072541). Baseado nisso, descreva sucintamente sobre o relacionamento poligâmico na prática.

Insider
Relacionamentos poligâmicos são aqueles em que as pessoas se relacionam amorosamente, sexualmente ou ambos com mais de uma outra pessoa, de modo totalmente consentido entre os participantes que, então, se sentirão felizes e realizados com esse arranjo. Isso pode acontecer com todos coabitando um mesmo lar ou cada um no seu lar ou alguns no mesmo lar e outros não, ou todos em alguma habitação coletiva. Podem ser relacionamentos homo ou heteroafetivos ou ambos. Podem ser numa proposta de desejo de perenidade ou não. Em suma, são arranjos inteiramente livres. Quanto aos filhos e sua criação, sempre todos os pais (pai e mãe), são responsáveis pela criação deles, quer permaneçam no arranjo conjugal ou não. Certamente que os outros membros do grupo também serão pais e mães dos filhos de quaisquer deles. Isso é uma extensão da concepção anarquista à situação gâmica das pessoas e vem ao encontro da realidade humana de se ser capaz de desenvolver amor e desejo por mais de uma outra pessoa ao mesmo tempo.

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Viva e deixe viver é a pedra fundamental da minha vida. Eu sou essencialmente um anarquista – não dá pra se confiar em pessoas, sabia? Se você desse para todos do mundo a mesma quantidade de dinheiro amanhã, em duas semanas alguém em algum lugar estaria com a maioria desse dinheiro.

Insider
Anarquismo não é incompatível com confiar em pessoas. Mesmo que haja quem não mereça confiança, a maioria merece, pois é de boa índole. O que não é compatível com o anarquismo, pelo menos idealmente, é o dinheiro. O que tem que se dar a todo mundo não é dinheiro, mas liberdade e oportunidade para viver bem. Alguns aproveitarão e outros não. Quanto a deixar viver está certo desde que essa vida seja em prol do bem. Porque, mesmo numa anarquia, não se pode deixar que se faça o mal. Portanto liberdade nunca pode ser total, pois não se pode dar a liberdade de fazer o mal.

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PRIMEIRA CLASSE

Ernesto von Rückert
Programação de Junho de 2018
Dia 06: Brahms:Danças Húngaras, Dvorak: Danças Eslavas
Dia 13: György Ligeti: Lux Aeterna, Atmospheres, Lontano, Mysteries of the Macabre, Clocks and Clouds
Dia 20: Stravinsky: Sagração da Primavera - Khachaturian: Gayaneh, Spartacus
Dia 27: Rimsky-Korsakov: Sheherazade, Antar
Programação de Julho de 2018
Dia 04: Beethoven - Sonatas para Piano: Appasionata, Les Adieux, Waldstein, Hammerklavier, Phathétique, Ao Luar.
Dia 11: Composições de Clara Schumann
Dia 18: Música para Harpa
Dia 25: Concertos para Violino e Piano de Arensky
Programação de Agosto de 2018
Dia 01: Missas de Beethoven e Janáček
Dia 08: Obras de César Franck
Dia 15: Sinfonias de Schubert
Dia 22: Bruckner vs Mahler
Dia 29: Bizet: Suites Carmen e Arlesiana
Programação de Setembro de 2018
Dia 05: Grieg: Peer Gint - Concerto para piano
Dia 12: Concertos Franceses para Piano: Saint-Saëns, Fauré, Ravel
Dia 19: Sinfonias 1, 2 e 3 de Tchaikovsky
Dia 26: Obras para piano de Erik Satie
Programação de Outubro de 2018
Dia 03: Wagner: O Anel do Nibelungo (trechos)
Dia 10: Estudos de Chopin, Debussy, Moszkowski
Dia 17: Primeira e Segunda Sinfonias de Brahms
Dia 24: Terceira e Quarta Sinfonias de Brahms
Dia 31: Suites Orquestrais de Bach
Programação de Novembro de 2018
Dia 07: Sinfonias e Concertos de Bruch
Dia 14: Richard Strauss: Uma Vida de Herói, Sinfonia Alpina
Dia 21: Berlioz: Haroldo na Itália, Sinfonia Fantástica
Dia 28: Erna Sack - Música Lírica
Programação de Dezembro de 2018
Dia 05: Concertos de Violino de Beethoven e Tchaikovsky
Dia 12: Mozart: A Flauta Mágica - Trechos
Dia 19: Beethoven: Quartetos Razumovsky
Dia 26: Haendel: O Messias
Programação de Janeiro de 2019
Dia 02: Sinfonias de Prokofiev e Shostakovich
Dia 09: Canto Gregoriano
Dia 16: Concertos de Saint-Saëns (violino, violoncelo e piano)
Dia 23: Aberturas Barrocas
Dia 30: Sinfonias de Vaughan Williams
Quartas feiras, 20 horas - Rádio FM da UFV - 100,7 MHz - fratevi.org.br
Reapresentação aos domingos às 7 horas
Produção e apresentação: Ernesto von Rückert
Apoio Cultural: Colégio Anglo de Viçosa

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Sistema é qualquer subconjunto do universo, mesmo que não seja univocamente determinável? Pois se for assim, todo sistema seria corpo e todo corpo seria sistema.

Pabis Zanin
Se se diz que algo é um sistema é preciso se saber o que faz parte e o que não faz parte dele. Não é preciso que seja fechado. Todo corpo é um sistema, mas nem todo sistema é um corpo. Um campo elétrico é um sistema mas não é um corpo. Um corpo é um sistema feito de matéria com um limite bem determinado em termos de extensão, mesmo que não tenha um volume fixo. Já um objeto é um corpo que se possa manusear. Essas definições possuem certo grau de imprecisão nos casos limítrofes.

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Na sua opinião, qual é o erro mais comum que as pessoas cometem hoje em dia nas suas relações?

Mariah Colli
Pretender ser dona da outra pessoa com quem se relaciona. Isto é, querer controlá-la, possuí-la, cercear sua liberdade. Quem ama que o ser amado inteiramente livre. Não quer que ele lhe tenha nenhuma obrigação. Quer ser retribuído no amor mas de modo totalmente espontâneo. Não tem o menor ciúme. Inclusive livre para poder amar também a outrem. Isso não impede de se amar. Amor não pode exigir nem exclusividade nem perenidade. Aliás não pode exigir nada. Mas pode desejar reciprocidade, intensidade, cumplicidade, companheirismo, romantismo, sensualidade. Só que isso não requer submissão, servidão, exclusividade, perenidade, obediência, juntidade, dependência.

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Observação da Jéssica: sempre achei que o senhor fosse mais racional do que sentimental...

Ernesto von Rückert
De fato eu sou uma pessoa extremamente racional e lógica. Só que eu sou muito mais ainda sentimental e emotiva. Do mesmo modo que eu sou uma pessoa muito sociável e gosto muito de companhia, desde que não seja farrista. Só que eu gosto muito mais ainda de ficar só comigo mesmo. Também sou uma pessoa muito teórica. Só que sou muito mais intuitivo ainda. Em resumo, qualquer que seja o aspecto que se considere, eu sou exacerbado. Tanto num sentido quanto no outro. Mas sou, como disse 55% contra 45% para o lado intuitivo, para o lado emotivo, para o lado introvertido e para o lado improvisado. Sem deixar de ser racional, extrovertido, planejador e metódico. Dá para entender?

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Minha personalidade

Ernesto von Rückert
Analisando as características I-E, S-N, T-F e J-P, me avalio mais como uma pessoa INFP, sem sombra de dúvida, o que eles chamam de "Mediador". Veja a descrição:
https://www.16personalities.com/articles/our-theory
Não sei se eu sou mediador, mas, certamente eu sou mais introvertido do que extrovertido, mais intuitivo do que observador, mais sentimental do que pensador e mais prospectivo do que julgador. Mas eu não sou antissocial, nem deixo de ser observador, pensador e julgador. Só que os outros aspectos preponderam, talvez numa base 55% contra 45%. ou seja, estou bem próximo da média de todos os aspectos.

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O que pode nos ajudar a viver bem?

wfc
Para começar, a boa saúde. Depois a atitude positiva diante da vida. A consideração de que a vida é uma preciosidade impar que tem que ser fruída com toda a intensidade. E isso se faz por meio do engajamento com a prevalência do bem no mundo e a erradicação do mal. Com a dedicação ao outro, a promoção do bem estar geral e o combate a todo tipo de mal. Isso é que é viver bem. Isso é o epicurismo que é muito diferente do hedonismo.

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Professor, não consegui entender a necessidade deles girarem em torno de si mesmos para desse modo mostrarem sempre a mesma face para Terra, ou seja, por que isso não é possível de acontecer na situação em que não há movimento de rotação? E como esse movimento de rotação acontece?

John Hooke
Se um satélite da Terra gira em torno dela e não tem movimento de rotação em torno de si, ele apresentará, a cada momento, um ponto diferente voltado para a Terra e, ao fim de uma revolução em torno da Terra, terá apresentado todas as suas faces para a Terra. Para que ele tenha sempre a mesma face voltada para a Terra é preciso que ele gire em torno de si, no mesmo sentido, exatamente o ângulo de giro que tenha feito em sua revolução em torno da Terra. Faça um desenho que ficará claro. Para que esse movimento de rotação seja estabelecido é preciso que, no momento em que o satélite seja colocado em órbita, isto é, que se desligue do foguete que o levou até a órbita, não apenas o foguete lhe dê a velocidade, em módulo, direção e sentido, exatamente adequada para que a órbita se estabeleça a partir daquele ponto, mas, também, que um sistema de micro foguetes no próprio satélite, lhe dê a rotação em torno de si, exatamente necessária para que ele mantenha sempre a mesma face voltada para a Terra. Esses microfoguetes, inclusive, são acionados de tempos em tempos, para corrigir pequenas perdas de velocidade de rotação que o atrito com a atmosfera rarefeita que ainda existe onde ele está lhe acarreta.

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Se pudéssemos enxergar apenas o que há em nossas mentes, o que as pessoas mais veriam quando olhassem para você?

Mariah Colli
Uma confusão de indagações sobre muitos assuntos, como a origem, estrutura e evolução do Universo; a forma do estabelecimento da sociedade dos seres humanos na Terra e o modo de alcançá-la; como se estabelecer os relacionamentos humanos de modo a se garantir a felicidade das pessoas; como promover uma educação perfeita para a juventude; como acabar com toda a criminalidade e desonestidade do mundo; como promover a prosperidade geral da humanidade e essas questões todas que, desde muito novo, sempre habitam minha mente. Contudo elas dançam contra um fundo de músicas clássicas em um cenário de obras de arte magníficas numa arquitetura fenomenal e numa paisagem paradisíaca. E se expressam da forma literária mais poética que se possa conceber.

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"O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções." | Na sua vida, qual tem sido a função do tempo?

Mariah Colli
O tempo tem tido duas consequências para mim. Uma ruim e outra boa. A boa é que, com o tempo, vou ficando cada vez mais culto, sábio, feliz e grato pela vida. A ruim é que também vou ficando com cada vez menos saúde, vigor, energia, disposição e boa aparência.

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Se eu fosse político, impulsionaria o transporte ferroviário, eliminaria os pedágios e radares, incentivaria ampla concorrência no setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, reduziria a tributação dos veículos, construiria muitas ciclovias e ampliaria a frota de transporte público.

Insider
Antes de mais nada, todo cidadão teria diversas formas para se locomover. O primeiro passo é ir ao trabalho com dignidade, baixo custo, com vias bem estruturadas que seriam mantidas com os impostos, portanto, os mesmos teriam um planejamento e uma fiscalização rígida em sua destinação ao transporte.
Resposta: Realmente é preciso transformar radicalmente a matriz de transportes, no Brasil e no mundo, priorizando o ferroviário (com a disseminação de trens-bala) , o hidroviário e o aéreo entre as cidades e o coletivo, especialmente metrôs e bondes, dentro das cidades, com o desincentivo brutal ao transporte individual, exceto por meio de bicicletas, que teria que ser fortemente incentivado. Mas isso teria que ser feito por meio de um plano de décadas de políticas nesse sentido com um peso muito grande no aspecto econômico de modo a desincentivar toda pessoa a possuir carro particular, até que eles sejam abolidos mesmo, restando apenas muito poucos para emergência na forma de táxis ou veículos coletivos de condomínios ou de quarteirões. bicicletas também poderiam ser publicamente disponibilizadas aos milhares, para as pessoas pegarem em um lugar e largarem em outro. Outra boa medida seria o transporte entre cidades por meio de grandes balões dirigíveis, como os antigos "Zeppelins", só que sem hidrogênio. Especialmente para cargas. Eles poderiam embarcar uma composição ferroviária inteira para viagens megamétricas (milhares de quilômetros). Da mesma forma que veículos de passageiros semi-orbitais (foguetes), para viagens intercontinentais.

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Professor, satélites artificiais possuem além do movimento de translação, movimento de rotação próprio? Ou seja, ao mesmo tempo que "caminham" no espaço, giram em torno de si mesmos?

John Hooke
Sim. Eles têm que ter sempre a mesma face voltada para a Terra, portanto têm que ir girando em torno de si no mesmo sentido e com o mesmo período com que giram em torno da Terra. Exceto em alguns casos, como o do Telescópio Hubble, que precisa ter um giro em torno de si variável, pois tem que apontar, a cada vez, para uma direção diferente do espaço, para a qual precisa ficar voltado durante todo o tempo em que estiver capturando a imagem que estiver. Há telescópios espaciais que, em vez de terem órbita em torno da Terra, têm órbitas em torno do Sol.

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O que acha da concepção do fascismo e nazismo, defendida por mussolini e hitler. Realmente, italianos e alemães se mostraram superlativos. Mas o que cha dois dois terem se unidos, em busca de um ideal tão considero perverso? Disserte.

Quantum_2
Alemães e Italianos (estes exceto durante o Império Romano) nunca foram melhores do que Ingleses e Franceses e, mais tarde, Norte-americanos e Japoneses. Foram equivalentes. O que aconteceu é que lá apareceram líderes paranoicos que acharam que eles eram os maiorais e que, por direito, teriam que dominar o mundo, que deveria servi-los. Ainda bem que foram contidos, mas deram muito prejuízo ao mundo com sua demência. Do mesmo modo que Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung. Loucos varridos. Fascismo, nazismo e comunismo bolchevista (mas não anarco-comunismo) são concepções malsãs, perversas, totalmente equivocadas. Infelizmente o Brasil, a Argentina, o Chile embarcaram nesse engano da direita, como Cuba e agora a Venezuela e a Bolívia nesse engano da esquerda. Não há solução fora da democracia. Mas não dentro do capitalismo selvagem. O capitalismo só é válido se for de modo pulverizado por toda a população, isto é, que todos sejam capitalistas e todos sejam trabalhadores, mas não empregados assalariados. Outra coisa é que não se pode confundir sistemas políticos com sistemas econômicos. São concepções distintas e comunismo não tem que ser ditadura e nem capitalismo democracia. Há comunismo democrático e capitalismo ditatorial, como a Arábia, por exemplo.

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